
Hoje seus braços deslaçam dos meus.
Levando as flores para cultivar.
Como se comigo fossem murchar.
Deixe pelo menos a lua.
Já que o sol não vai mais iluminar.
O vento leva você
Mais uma vez
Segure forte a minha mão
Socorro!
Vejo você pequeno, cada vez menor
Minha visão está comprimida
Distante.
Não vejo mais.
Não falo mais.
O eco de meus lentos passos falam e cantam para mim.
Sinto o som, não sinto você.
Mais uma vez.
Perdão!
Pássaro Ermo

2 comentários:
A noite aclara meu destino,
sigo sem rumo.
Resolvo enigmas e teu signo,
é meu abismo.
Alivio do corpo à alma,
me entrego.
Se você pudesse voltar atrás,
e tentar de novo...
o que você diria?
Mentiras!
Quando via teu desejo,
não tinha medo.
Corro o mundo, corto o vento,
ao tempo meu!
Lágrimas dos meus olhos,
Um forte abraço
Contentamento descontente,
de quem já amou.
Nem sol nem lua, Hoje sou anônimo.
Adorei. Simples, direto e profundo. Difícil alguém escrever algo com tanta leveza, sem se perder no meio das palavras ... continue escrevendo, moça!
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